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Exportação de café do Brasil tem o melhor agosto da história, e Santos segue como a principal porta de saída
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O Brasil exportou 4,155 milhões de sacas de 60 kg em agosto de 2026, o melhor agosto da série, segundo o Cecafé. O volume cresceu 31% sobre agosto de 2025 e a receita chegou a US$ 1,331 bilhão (+19,8%).
Destaques do relatório
- Arábica: 2,87 milhões de sacas (+25,7%); conilon/robusta: 954 mil sacas (+53,6%); solúvel: 332 mil sacas (+24,3%).
- Início da safra 2026/27 (julho e agosto): 7,2 milhões de sacas, +21,5%.
- No ano (jan–ago): 25,07 milhões de sacas para 119 países, receita de US$ 8,79 bilhões.
- Cafés diferenciados (especiais e certificados): 4,29 milhões de sacas, 17,1% do volume e 20,1% da receita, a um preço médio de US$ 410,62 por saca.
- Maiores compradores no ano: Estados Unidos, Alemanha, Itália, Bélgica e Japão.
Portos
Santos respondeu por 70,9% dos embarques do ano (17,8 milhões de sacas), seguido pelo complexo do Rio de Janeiro (24,9%). O próprio Cecafé aponta gargalos de infraestrutura portuária como um dos desafios do setor.
O que isso significa para quem exporta
Com os portos cheios, ganhar tempo antes do porto faz diferença. Na WW Trading, o café pode ser desembaraçado no Porto Seco de Varginha e seguir em trânsito aduaneiro até Santos ou Rio, com menos espera e menos armazenagem portuária. E, se a carga precisar sair por outro porto ou porto seco do Brasil, também fazemos o desembaraço lá.
